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As cinzas que viraram história (e Arte)

Quando um artista consegue extrair das cinzas o belo re(criar) a história.



O artista plástico Vik Muniz, conhecido pelos seus trabalhos com MATERIAIS INUSITADOS, construiu uma série de obras a partir das cinzas do Museu Nacional. O brasileiro produziu desenhos inéditos e reproduções em 3D de algumas peças, como a estatueta Amun Menkheperrê, esculpida por volta de mil anos antes de Cristo, o crânio de Luzia, fóssil mais antigo da América, e um felino,  mumificado no Egito no século I a.C.

"Amun Menkheperre". Muniz, 2019.
    Os trabalhos de Muniz foram lançados em Nova York,
     no mês de novembro, e devem fazer parte de uma 
     exposição no Centro Cultural Casa da Moeda, no Rio 
     de Janeiro, prevista para março de 2020.

   Segundo o próprio artista, o valor arrecadado com a 
   venda das peças será doado para equipes que 
    estão reconstruindo o museu.

















"Luzia". Muniz, 2019.
A galeria exibida nos Estados Unidos pode ser 
acessada AQUI.


Para relembrar, o incêndio que destruiu o 
Museu Nacional, no Rio de Janeiro, aconteceu 
em agosto de 2018. O local era considerado 
como a primeira instituição científica do 
Brasil e abrigava mais de 20 milhões de peças, 
como fósseis, cerâmicas, pesquisas e arte. O jornal 
El País traz uma REPORTAGEM evidenciando 
o impacto científico-cultural causado pelo 
fogo. Felizmente, parte do acervo pode ser 
acessado pelo TOUR VIRTUAL criado pelo Google.



"Museu Nacional". Muniz, 2019.


Vik Muniz nasceu em São Paulo no ano de 1961. Seus trabalhos foram reconhecidos no mundo todo, principalmente pelo uso de materiais inusitados, como o lixo, açucar, chocolate e agora cinzas. Para conhecer mais sobre o trabalho do artista, acesse AQUI.

beijinhos e até.




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